Jovens exigem melhores condições sociais em Malanje | SOCIEDADE | LESTEANGOLA

Dezenas de jovens activistas sociais manifestaram-se ontem (sábado), contra uma alegada ''má gestão'' do governo local, que, supostamente, se reflecte ''na incapacidade de resposta aos problemas da população''. 

Durante a marcha, que teve a duração de duas horas, os activistas exibiram cartazes que faziam referência à necessidade de empregos para os jovens, melhoria do saneamento básico, dos serviços sociais, como a saúde, educação, energia e água, sectores que consideram estarem “mergulhados na precariedade, apesar das potencialidades que a província ostenta”.
Segundo o coordenador do evento, Salomão Tenguna Faustino, a manifestação ora realizada “traduz o clamor do povo malanjino, que, diariamente, se debate com uma degradante situação social, ante a falta de resposta das entidades competentes”.

A fonte considerou que os grandes empreendimentos hidroeléctricos erguidos na região (Capanda e Laúca) “apenas beneficiam uma minoria da população” dos municípios de Malanje e Cacuso, pois que “grande parte das famílias ainda vivem às escuras”.
O activista acrescentou que o mesmo acontece com a Companhia de Bioenergia de Angola (Bocom), maior produtora de açúcar do país, cuja produção “não chega à mesa do cidadão comum”.
Associado a isso, Salomão Tenguna Faustino apontou a existência, em Malanje, de grandes pontos de atracção turística, que, no seu entendimento, não são potenciados, com vista a geração de receitas.
 “Não pedimos que o Governo resolva tudo de uma só vez, mas que se priorize, anualmente, um sector, de modo a que, a curto, médio e longo prazos, se melhorem as condições de vida dos cidadãos”, disse, acrescentando que, “enquanto a situação perdurar, continuarão a manifestar-se”.
A marcha pacífica, que teve a protecção policial, partiu do Largo Rainha Njinga Mbande (Bairro Campo da Aviação) e terminou no Jardim da Liberdade (centro da cidade).
Durante a marcha, que teve a duração de duas horas, os activistas exibiram cartazes que faziam referência à necessidade de empregos para os jovens, melhoria do saneamento básico, dos serviços sociais, como a saúde, educação, energia e água, sectores que consideram estarem “mergulhados na precariedade, apesar das potencialidades que a província ostenta”.
Segundo o coordenador do evento, Salomão Tenguna Faustino, a manifestação ora realizada “traduz o clamor do povo malanjino, que, diariamente, se debate com uma degradante situação social, ante a falta de resposta das entidades competentes”.
A fonte considerou que os grandes empreendimentos hidroeléctricos erguidos na região (Capanda e Laúca) “apenas beneficiam uma minoria da população” dos municípios de Malanje e Cacuso, pois que “grande parte das famílias ainda vivem às escuras”.
O activista acrescentou que o mesmo acontece com a Companhia de Bioenergia de Angola (Bocom), maior produtora de açúcar do país, cuja produção “não chega à mesa do cidadão comum”.
Associado a isso, Salomão Tenguna Faustino apontou a existência, em Malanje, de grandes pontos de atracção turística, que, no seu entendimento, não são potenciados, com vista a geração de receitas.
 “Não pedimos que o Governo resolva tudo de uma só vez, mas que se priorize, anualmente, um sector, de modo a que, a curto, médio e longo prazos, se melhorem as condições de vida dos cidadãos”, disse, acrescentando que, “enquanto a situação perdurar, continuarão a manifestar-se”.
A marcha pacífica, que teve a protecção policial, partiu do Largo Rainha Njinga Mbande (Bairro Campo da Aviação) e terminou no Jardim da Liberdade (centro da cidade).

 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

País conta portal para recolha de dados do BI

500 mil empregos até 2021?

COMPLEXO ESCOLAR DELEGADO EUSÉBIO NELSON, Com quase 3 anos de existência está instituição encotra-se em péssimas condições.